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E agora ... Minha vida andava tão conturbada, tão cheia de pensamentos impuros, tantas foram as coisas ruins que aconteceram e me cai um anjo do céu. Era a transformação, tinha comigo agora uma pessoa que compartilhasse das minhas ansiedades, dos meus medos, das alegrias e tristezas. A presença dela perto de mim, na conversa, no beijo, no abraço era como se fosse um presente a cada encontro. Antes a insônia e acordado eu não conseguia pensar muito, eu acordado quase todas as madrugadas. Ao te conhecer, passo a sentir a vida de outra forma ...mas alegre, o céu para mim se tornava sempre azul ... a emoção era tão forte, a sensação e a sensibilidade a flor da pele. Ao me entregar de corpo e alma a ela, comecei a sofrer porque não te quero só como amiga e sim como minha mulher, pois como amiga não poderei sentir o seu cheiro, os seus lábios e tocar a sua pele. Sofrendo quase que um ano inteiro, passo a sofrer por outra, pois o meu amor é volúvel demais ... Achando sempre na perda que tudo para mim se acabou, me marco a ferro e fogo, pensando no antes e no agora. Em verdadeira agonia sentimental ... Ela se foi, a outra veio. E agora? (EDUARDO BARROS)
Sabe amor, olha eu aqui pensando novamente ... O quanto a vida as vezes é cruel com a gente aos mesmo tempo tão boa. A gente cresce, é educado, acarinhado, tratado com tanto zelo e amor, a gente vai pra escola, estuda pra caramba, se forma na vida e acha que isso vai adiantar alguma coisa e acabamos trabalhando em algo que não queremos ... aí você me pergunta ... Porque ele fala isso? A gente conhece uma menina, uma mulher, namora um bom tempo, da carinho, muito amor, se entrega todo, acabam se casando e pensamos que vamos ficar unidos para sempre ... e o destino diz NÃO. E vem a SEPARAÇÃO. Passan-se anos e derrepente quando a gente menos espera conhece outra pessoa assim do nada numa máquina de fazer letras de programas de computador. Se curtem e se amam ... daí eu digo, não é cruel essa vida? Mas como toda reflexão, quem sabe lá longe, lá trás ... não seríamos nós os SEPARADOS? Hoje essa máquina de fazer letras coloca na minha vida ... VOCÊ! Meu bem maior, meu tesouro, a mulher e pessoa mais valiosa que Deus me deu. Pensando aqui com meus botões ... Como é bom as vezes estar só e poder refletir o passado. Como a vida se torna bela para mim hoje, anos depois ... com você ao meu lado, te tendo toda por inteiro. Poder ficar aqui na saudade pensando em ti a todo tempo ... poder dizer o quanto amo você ... e que seja para sempre. (EDUARDO BARROS)
Hoje me sinto tão cansado, sem nenhuma vontade de fazer absolutamente nada... sabe quando a gente olha pra tela do computador, olha pro teclado e nada?
Assim que estou agora no momento. Exaurido, totalmente prostrado... sentado aqui em minha cadeira eu escrevo pra não perder o costume.
Saindo daqui dessas linhas pouco traçadas eu vou me deitar não quero acordar tão cedo... quero invadir a madrugada com meu sono, com meus sonhos.
Só queria que todos soubessem que não estou de mal humor com a vida, nem aborrecido com qualquer acontecimento... é só um sono pesado, e mereço me deitar nesse momento, pois ele pede.
O alimento do corpo e do espírito está na perda de quem quase não dorme... e eu estou indo nessa a caminho da minha recuperação, deitar na minha bela e confortante cama.
Boa noite! (EDUARDO BARROS)
Hoje me sinto infeliz talvez saudoso demais, andávamos juntos um grupo de garotos repleto de emoções muita zona, muita zuação.
Ficávamos a noite naquele banco do corredor do prédio passava o verão chegava o inverno... e a gente alí madrugada a dentro naquele papo que bagunça.
Hoje todos cresceram e eu fiquei pra trás, não são mais aqueles jovens de sempre... e o nosso banco agora vazio, não conta mais as nossas histórias alegres de ontem.
Eles viraram adolescentes, homens de verdade uns até casaram... e eu nesse banco frio pensando como sempre fiz.
O tempo passou, envelheci, os cabelos grisalhos, a pele do meu rosto não tão firme mostram a marca dos anos... esse tempo traiçoeiro passou por mim tão derrepente. e me deixou assim quieto, tranquilo e triste.
Essa máquina chamada tempo não perdoa ninguém, ela chega derrepente vai atropelando a gente e os nossos sonhos não se perdem nunca, pois as crianças novas que vejo nesse corredor estão aí pra continuar essa velha e longa história. (EDUARDO BARROS)
Eu vejo a fila do banco Eu vejo o doente morrer Eu vejo o governo falar Eu vejo a criança chorar Eu vejo o mendigo deitado Eu vejo o moleque cheirando... Eu vejo o cara gritando Eu vejo o idoso pedindo Eu vejo o pobre repartindo Eu vejo a polícia roubando Eu vejo o ladrão se gabando... Eu vejo os rios secando Eu vejo a sujeira do mar Eu vejo árvores caindo Eu vejo a favela surgindo Eu vejo a fúria do povo Eu vejo a Terra, que nojo... Eu vejo a guerra alí Eu vejo a luta aqui Eu vejo a bala perdida Eu vejo o corpo no chão Eu vejo a arma na mão Eu vejo a mãe suplicando Eu vejo o povo chorando... Eu vejo o amanhecer Eu vejo o entardecer Eu vejo o anoitecer Eu Vejo, eu vejo, eu vejo.
E nada. (EDUARDO BARROS)
No pontal daquela pedra molhada pelas ondas jogadas sobre meu corpo eu me sentia o dono do mundo.
Eu olhava lá a frente o horizonte, os barcos pesqueiros que cruzavam aquela linha sem fim.
E as linhas lançadas ao mar, ao meu lado, arremeços fortes na busca de um belo peixe, o troféu daqueles homens.
Pensativo, eu meditava sobre tantas coisas, meu corpo molhado.. fazia calor, e eu ainda com um punhado daquela areia branca, fina que peguei quando passava.
Alí naquela pedra eu esperava o tempo passar, o anoitecer e o pôr do sol chegando... pois todos os dias, na hora certa, uma pintura diferente e tão linda se fazia ver a frente dos meus olhos. (EDUARDO BARROS)
Malfadada face que diante desse espelho se envergonha das tuas incertezas, da tua agonia.
Seus olhos lacrimejados pelo choro constante deste dia, mostrando a perturbação, a tristeza que consegue penetrar diante de tanto desgosto.
Essa droga de vida que não segue como eu quero, a vontade de sair por aí sem rumo na vida, a falta da grana, o apoio dos amigos... se é que os tenho.
Meu único amigo está aqui a minha frente, nesse espelho embassado... a minha própria imagem sendo refletida no espaço vazio desse lugar.
E com ele eu me sinto seguro... sempre naquelas horas que estou pra baixo é verdade! Parece coisa de maluco, ou talvez seja.
O importante é que eu e esta imagem nos parecemos de verdade um com o outro, eu sou ele, e ele sou eu! e isso faz-me sentir melhor. (EDUARDO BARROS)
Cansei um pouco de fazer o que mais gosto. Escrever...
Minha mente vazia não recebe dados suficientes para que eu coloque em pequenos versos meus relatos os contos e escritos.
As vezes acontece...
É como se fosse uma nuvem negra que passa deixando meus dedos minha mente num túnel profundo sem saída sem luz total falta de inspiração.
No vazio coloco letras musicais que ouço sempre absorvendo de suas lindas letras uma nova vontade de escrever de novo.
A inspiração volta...
Um descanso uma pausa serena e branda... parado alí fiquei.
Só uma semana...
Me esperem estarei de volta apreciem uma bela letra de um belo cantor. Uma lembrança daquele poeta que as vezes doente se cansa também. (EDUARDO BARROS)
A dor na mente daquele que mente orgulho ferido e destroçado... vergonha!
Amargo o féu da verdade perdida. Tentei deixar pra depois e com a ganância da pressa eu fui derrotado por ela. Aquele amor que pensava ter pra sempre, virou poeira na brisa da minha desilusão... eu tento relevar tento explicar e não consigo. Qual a fraqueza de minh'alma nesse instante... não sei proseguir me sinto perdido e entre as paredes do meu quarto eu grito o nome dela. Todas as minhas forças, as minhas coisas estão jogadas para o lado infeliz... não existe mais alegria, tenho que carregar comigo a tristeza da mentira, da traição.
E agora? A dor na mente daquele que mente acaba ficando pra semente. (EDUARDO BARROS)
As vezes me pergunto...
Quando começa o tudo? e Quando termina o nada?
O tudo seria talvez o nascimento de um ser? O tudo será a Terra por só ser? Cheia de vergonhas, de vazios intermináveis doentes se aglomerando nas enfermarias, portas de hospitais... pobres e podres, que se igualam a aqueles que estão no poder. Belas poltronas, um botão pra decidir, grandes gastos e roubar. O tudo é ter muito dinheiro no banco? ou estar sentado ao banco? Suplicando por um sopro de vida... poder estar sentado em sua casa, digerindo dos seus próprios benefícios. A África no Brasil, a guerra na fila do desempregado.
Saddan, Satã? Conta outra história Bush... essa não colou! miseráveis aqueles que do nada se foram por causa da sua voz...
Quando começa o tudo? e Quando termina o nada?
Das vielas, nos becos das favelas eles mandam e desmandam... com armas em punho eles vendem e compram, eles matam...
Mais e aí? Será que eles são os culpados? quem começou essa coisa toda? afinal nas folhas do jornal de todo dia, são eles os chamados " policiais " que imperam na bandidagem da primeira página...
Bala que some no peito de quem passeia no passeio... e da morte a impunidade que segue o caminho da cidade grande. Não adianta questionar! Pois isso nunca vai acabar...
E aí eu continuo perguntando...
Quando começa o tudo? e Quando termina o nada? (EDUARDO BARROS)
Entre pequenas linhas eu procuro trazer a ti meu anjinho loiro o desenho do real o verdadeiro fogo da paixão que sinto por você a todo momento. Os versos traçados a todo instante são pequenos detalhes de nossos sentimentos nosso avassalador e grande amor que me encanta a cada dia que se passa em minha vida. E na estrada dessa vida procuramos encontrar pessoas que se moldem como uma sombra... como um anjo bom que passa e fica na vida da gente pra sempre. Nesse longo caminho percorrido por alguns anos passou por mim um dia na hora certa a pessoa que mais quero pra mim. Laura Meu grande e eterno amor... eterno porque sinto dentro do coração que você pra mim agora é o meu futuro na vida. Te Amo! Te Desejo! Te Quero! Te Muito! (EDUARDO BARROS)
Atirei pedras sobre aquele pobre moribundo deitado calado olhos baixos e tristes. Ao vê-lo parado estático sem ação olhando dentro de mim me arrependi. Tentei sair correr fugir e meus pés presos ao chão não deixava. O momento do remorso atormenta chego perto o toco e ele parado calado me olha. O perdão fala maisalto e como a levezade um anjo eu o abraço. Ele com suas mãos sobre mim abraça-me também. Puxo do bolso uma nota de dez e aquele moribundo me diz numa só frase repentina. Deus o abençoe te guarde vá com Ele me deixe a vontade segue teu caminho cedeu o seu carinho você é um homem bom. (EDUARDO BARROS)
Os vínculos que se integram as profundezas da mente vazia onde são efetuadas transmissões racionais da loucura humana. Neurônios desprendidos e apagados, o ouvido médio nas incursas e duvidosas vozes que se ouvem e que se calam. O enigmático poder com que os mistérios da terceira visão no centro de sua face completamente mudada e perpléxa. Possa com sua força e o seu poder girar as coisas para os lados cavernosos onde o mal sobrepoe o bem. E a morte lenta se coloca presente rapidamente porque só os loucos conseguem tirar da leitura mau-oxigenada dos dedos de quem escreve textos sem nexo de um poeta extremamente vil e cruel. (EDUARDO BARROS)
Ávida flor que carrego em minhas mãos. Suas pétalas macias com que trago a narina onde sinto seu perfume. Pétalas que aos poucos vão caindo enfeitando e colorindo em forma de tapete aquele chão. Pétalas que o vento joga longe se espalham e que somem brisa fria de um campo ajardinado e belo. (EDUARDO BARROS)
Sons e solos, imagens e luzes, vidro e corte, água e sede, doce o beijo. Música que me trás lembranças da época em que eu tinha minha equipe de som onde as luzes fortes... conjuntos, discos e guitarras faziam a alegria da juventude. A visão das imagens que se mostrava através daquela bola giratória o tempo que passava madrugada a dentro. Eu lanchava meu pão com queijo me alimentava e a bebida que saciava minha sede era água. Ao final de tudo cansado esgotado ela chegava me pegava retornando a minha casa ao deitar naquele dia um doce beijo se fazia. Eu ia dormir.(EDUARDO BARROS)
Passo dias de ansiedade nervoso sem dormir não consigo pensar minha cabeça vazia nada cabia. O sono inquieto travesseiros rolados pra lá e pra cá, me levanto vou a janela e nada ruas vazias silêncio poucos carros seguem seu caminho. No corredor escuro de minha casa eu caminho e penso no dia seguinte o sono não chega. As horas passam o tempo vago me cansa e volto a janela e nada. O relógio toca são cinco horas da manhã, me deito tentando dormir. Os ônibus passa,acorda o padeiro, o jornaleiro da praça, o dia se abre o sol chega o sono chega e eu deitado consigo dormir. (EDUARDO BARROS)
Como é bom ser amado e amar! gostoso sentir o teu perfume quando a saída do banho cabelhos molhados. Você se junta ao meu corpo quente e sua toalha cai... excitante provocante. Como é bom poder amar! fazer amor... nos entregamos por inteiro ao nosso redor não vemos nada. A música que toca se cala aos nossos ouvidos a porta que range não nos assusta mais. Como é tão bom só eu e você! juntinhos, totalmente despidos ao pudor. Caídos sobre a cama parecemos sorvetes derretidos... sua língua deglute minha casquinha e o suor de nossa libído elevada escorre sobre os nossos corpos. Como é bom fazer amor com quem se ama! naturalmente... deixando fluir todo o nosso sentimento puro e se revelando a cada dia toda hora agora. (EDUARDO BARROS)
Na favela a subida... a pé naquele morro.
Na calçada o cara que olha a espreita de arma na mão... eu subo.
Soldados civis que droga com droga... a venda a troca.
O vício maltrata eu pego entrego a grana e volto.
Eu desço o cara que olha e rí a espreita de arma na mão... eu fujo.
Que sina eu entro na casa eu tremo... desespero me pico.
Estou doido de novo caído delírio... deitado estou morto... vivo. (EDUARDO BARROS)
Minha gente eu fico aqui quieto pensando e olhando o que poderei escrever para o outro dia. Inspiração da poesia é difícil mais a medida que se escreve qualquer coisa... o fato é que temos sempre assunto p`ra todos os gostos. Estou em frente a TV vejo artístas nos filmes e novelas... e minha mente voa falando comigo mesmo me pergunto! O que vou escrever hoje? Para que no outro dia os meus amigos leitores possam avaliar se o que fiz foi bom ou ruim. Só sei que durante tanto tempo pensando e avaliando... sempre haverá um presente de letras a compartilhar com todos vocês. (EDUARDO BARROS)
Problemas da vida.Coisas ruins do dia a dia... stress mental...corporal. Pensamentos inúteis brigas e discussões a falta de amor separação. O patrão que implica que briga o desemprego o medo... falta de dinheiro descontrole total. A gana cadê a grana? não vem... a fila a ficha preenchida o não ... volta depois. A rua pessoas como formigas nas calçadas... doença a crença suicídio a loucura o fim.(EDUARDO BARROS)